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Acontece no Stockler

Atividade Ensino Médio Evento

Do palco à vida – O Teatro como ferramenta de desenvolvimento socioemocional

Em 1999, o Colégio Stockler já reconhecia a importância do teatro como ferramenta pedagógica e de desenvolvimento socioemocional. Em 2019, 20 anos depois da primeira apresentação, ex-alunos de diferentes gerações contaram histórias que viveram no palco e como essas experiências influenciaram sua formação e seu desenvolvimento profissional.

 

De acordo com o relatório The Future of Jobs, do Fórum Econômico Mundial, o século XXI é o século em que habilidades antes ignoradas pelo mercado de trabalho serão cada vez mais valorizadas. É o que os especialistas em recrutamento chamam de soft skills, ou seja, competências socioemocionais que não estão ligadas apenas ao conhecimento técnico e ao cognitivo. É nesse contexto que o trabalho com o teatro desenvolvido há mais de duas décadas pelo Colégio Stockler ganha ainda mais relevância ao permitir espaço para a transgressão, de modo criativo, na adolescência e garantir uma formação socioemocional que terá impactos ao longo de toda a vida do sujeito.

Os resultados não deixam dúvidas: nos depoimentos a seguir, ex-alunos – que estudam ou se formaram nas mais diversas áreas do conhecimento – relatam a importância do teatro para seu desenvolvimento. Eles evidenciam o que afirma o Banco Mundial em seu relatório: a criatividade se soma a outras competências e pode ser o diferencial para a construção de uma vida mais cheia de propósito e de conquistas.

 

 

“Hoje o teatro faz mais sentido para mim do que fazia na época da escola. Capacidade analítica muita gente tem e, se você não tem, o software te ajuda. Mas capacidade criativa é muito mais complexa de desenvolver em uma máquina e valiosa quando é encontrada em um profissional. Penso, então, que o teatro me ajudou muito em etapas da minha vida profissional, em especial em processos seletivos. Hoje, a maioria dos processos em empresas de grande porte faz o que eles chamam de “recrutamento cego”, isto é, os recrutadores só vão ter acesso às informações do seu currículo nas entrevistas finais e, ainda assim, não em caráter eliminatório. O que é medido ao longo de todo o processo e tem maior peso na escolha do candidato são as suas habilidades interpessoais, isto é, a forma como você se comunica, sua postura diante da adversidade, como você interage com os outros, etc. O teatro ajuda MUITO nisso e, se você é uma pessoa de natureza mais tímida, ele é uma grande porta para trabalhar essas dificuldades.”
Clara Souza de Oliveira, formada na Escola Politécnica da USP
em Engenharia de Materiais.

 

 “O teatro me deu uma forma de expressar sentimentos que sempre existiram em mim, mas que não conseguia verbalizar. Foi como sair de uma prisão de emoções conturbadas e confusas. O teatro me ensinou a saber falar e a ouvir no momento certo, me expor da maneira correta – e também que o corpo fala mais que as palavras. São instrumentos valiosos para minha carreira como advogado de Compliance e como gestor de uma equipe. Levo com carinho todos os ensinamentos dessa época e a principal lição que aprendi: mesmo que você nunca tenha feito algo, com muito esforço e carinho, você chega lá. Foi assim que consegui decorar todas as minhas falas.”
Bruno Ferola, gerente de prática forense na PwC, atua com Compliance e investigações corporativas de fraude e anticorrupção.

 

“Na montagem das peças, o trabalho em grupo é muito valorizado para que todos se unam em torno de uma finalidade comum. Isso faz com que a gente aprenda a ser mais responsável e organizado. Acredito também que o teatro contribuiu de maneira significativa para o exercício de minha profissão. Como trainee em um grande escritório de advocacia de São Paulo, entendo que o teatro me ajudou desde o processo seletivo até o exercício do trabalho no cotidiano.”
Bruna Brossa cursa Direito na PUC-SP e é trainee no Demarest Advogados. Atuou em O casamento suspeitoso, de Ariano Suassuna, e Escola de mulheres, de Molière.

 

“A habilidade de falar em público, atrair as atenções, sem me assustar, foi uma das melhores competências trabalhadas no teatro. Todas essas experiências foram essenciais para que eu desenvolvesse um maior equilíbrio emocional. Sem perceber, somos atores em diferentes esferas e graus, todos os dias. No meu caso, foi essencial para a adaptação quando fui morar na Holanda, para saber lidar com o inesperado e para saber articular e para dar diferentes entonações às minhas apresentações.”
Yuri Casseb, estudante de Economia na FEA-USP e estagiário do Banco Safra.

 

 

 

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